TRANSCENDÊNCIA.

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Meu nome completo é Ivone Henriques Sato, sou casada e feliz por ter encontrado o amor em minha Vida com "V" MAIÚSCULO,como costumo dizer e escrever, aqui deixo meus pareceres sobre a Vida, minha linda e amada Vida que ganhei de presente. Sim, de presente, viver é mesmo um lindo presente, portanto agradeço imensamente, principalmente aos meus familiares queridos, meu casal de filhos, casados, felizes, meus netos amados, dois lindos casais, hoje estão ficando adolescentes, eu, ah, sou uma sexagenária feliz da vida!!!

quarta-feira, 5 de março de 2014

‎"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende." (Leonardo da Vinci)

Um polímata "aquele que aprendeu muito" é uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área. Em termos menos formais, um polímata pode referir-se simplesmente a alguém que detém um grande conhecimento. Muitos dos cientistas antigos foram polímatas de acordo com os padrões atuais.
Os termos do homem renascentista e, menos comumente, do homo universalis (em latim: "homem universal" ou "homem do mundo") estão relacionados e são usados para descrever uma pessoa bem educada ou que se sobressai numa variedade de áreas.
Esta idéia se desenvolveu durante a renascença italiana, da noção expressada por um de seus representantes mais conhecidos, Leon Battista Alberti (1404—1472): que "um homem pode fazer todas as coisas que quiser".
Isto incorporou os termos básicos do humanismo renascentista, que considerava o homem forte e ilimitado em suas capacidades, e levou à noção de que as pessoas deveriam abraçar todo o conhecimento e desenvolver suas capacidades ao máximo possível.
Leonardo da Vinci foi um renascentista, quem estudou sabe de suas proezas intelectuais, ainda, os renascentistas mais talentosos procuraram desenvolver suas habilidades em todas as áreas do conhecimento, no desenvolvimento físico, conquistas sociais e nas artes. 
Polímatas notórios teriam sido os brasileiros Rui Barbosa, Gilberto Freyre e Mário de Andrade, esses por terem sido estudados em suas obras, mas há muitos  que por, seus feitos terem ficado no ostracismo, são tantos, principalmente os humildes, eles não tiveram ambições, foram honestos, enfim...
O filósofo grego Heráclito de Éfeso usou do termo polymathía para criticar filósofos, poetas e historiadores, mas sobretudo a Homero, célebre poeta grego, em cuja pluralidade de conhecimentos tornava o discurso superficial, ainda há quem duvide que ele tenha existido?!  
Para Heráclito, não se poderia abraçar um discurso generalista, ou discorrer sobre aquilo a que não se tem conhecimento de fato (como quando num texto ficcional, o poeta descreve hábitos e atividades que não lhe são característicos na realidade), ainda hoje há pessoas que são de grande sabedoria, mas que seus saberes precisam do aval da ciência, precisam comprovações, "ver para crer" e ainda assim não conseguem grandes projeções! 
Por conta disso, considera os polímatas como adversários do logos, quem procura absorver o máximo de conhecimentos gerais, sem contudo buscar entender a própria natureza (physis) -- qual só pode ser desvendada através do logos. 
Logos =palavra, sophia=sabedoria, portanto através da Logosofia, ciência natural que ensina o autoconhecimento, portanto algo difícil demais!!!Pensem nisso, eu penso demais!!!

Ivone